quinta-feira, 11 de abril de 2013

Barcelona (Dia 3)


Terceiro dia começou cedo pois estávamos com medo de pegar uma fila muito grande para entrar na Basílica da Sagrada Família. Ficamos hospedados há um quarteirão e passávamos por ela sempre que saíamos e voltávamos. Ela é linda, linda por fora!






O único inconveniente é que acredito que todos os que forem visitá-la nos próximos anos (indefinidos) a verão em reforma. Acredito que vocês já saibam disso, mas ela é uma obra inacabada, mesmo parecendo completa vista de fora.





O ingresso, se bem me lembro, custou 12,50 euros. Acredite quando eu digo que o valor é bem pago. Fazendo jus ao exterior, o interior da basílica é de uma beleza extrema. Sem dúvida um "must see" do mundo, não apenas de Barcelona ou da Espanha.











Dentro da basílica, você pode usar as escadas ou o elevador para subir até o alto de uma das torres e ter uma vista bem bacana de Barcelona. Eu aconselho a subirem de elevador e descerem pelas escadas. Se você for de escada vai cansar logo no início, porque são realmente muitos degraus. E subindo de elevador, você vai descendo, e parando em alguns pontos para tirar fotos, sem muito cansaço, porque para descer todo santo ajuda, não é?





Saímos de lá e fomos para o Castelo de Montjuic. Não direi que é algo extremamente imperdível, mas eu gostei de ter visitado. Fica em um local um pouco mais alto da cidade e próximo do mar. Então, além de poder ver a cidade de um lado, do outro você pode ver a baía e os navios de carga e tudo o mais.







O castelo em si não é tão bonito, mas tem um jardim bonitinho na frente e uma parede encantadoramente recoberta por folhinhas, que, por ser outono, estavam laranjas e vermelhinhas!







Uma coisa legal sobre o castelo é que ele é cenário de um livro de um escritor espanhol que eu acredito que seja até bem conhecido, Carlos Ruiz Zafón. Carol me emprestou um dos livros de uma trilogia que ele escreveu nos últimos anos chamada de "Cemitério dos livros esquecidos".  Pelo que entendi, a trilogia inteira se passa na Barcelona da época da Revolução Industrial em diante. O livro que li foi o último da série, "O prisioneiro do céu", e eu ADOREI! Assim com letras maiúsculas. Mesmo tendo descoberto que aquele era o castelo/prisão do livro só depois de voltar pra Palma, fiquei muito feliz em ter visitado. Claro que teria prestado mais atenção durante a visita se tivesse me dado conta de que se tratava de um dos cenários principais do livro. rsrs Agora fiquei com vontade de ler os primeiros. Farei isso!

Depois do castelo fomos ver a estátua do Colombo. Fica pertinho do Museu de Cera e do Bosque das Fadas, que infelizmente não pudemos visitar. Acho que a rambla principal de Barcelona é justo ali. Pra quem não sabe, ramblas são como grandes ruas com muitos transeuntes. De uma forma bem resumida é isso. A Rambla de Barcelona tem um calçadão por onde os turistas passeiam e tem alguns artistas, estátuas vivas e coisas do tipo.




Okay, tiramos fotos do Colombo e fomos buscar nossas coisas e fazer check-out pois nosso voo supostamente era por volta das 20:00. Eu tomei meu primeiro Starbucks (tinha uma Starbucks ali do ladinho de onde ficamos)...




... pegamos as malas e fomos conhecer o Camp Nou. Eu não sou fã de futebol, então não fiz questão de pagar para fazer a visita ao estádio. Ficamos eu e Petra esperando lá nas lanchonetes que existem, digamos que, dentro do complexo do estádio e esperamos o pessoal.




Fomos pro aeroporto e tchanaaaam, adivinhem. O vôo dos meninos era às 8 da noite, mas o nosso tinha sido às 8 da manhã! Imaginem a loucura em não poder embarcar. Mas se tem algo supostamente fácil de fazer num aeroporto é conseguir um vôo, não é? O pior é que tínhamos que pegar um vôo ainda naquela noite porque a Petra tinha aula na manhã seguinte. Resolvemos da maneira mais simples, fomos até outra companhia, compramos passagem pro próximo vôo pra Palma, pagamos (essa foi a pior parte do mal entendido, porque doeu no bolso os 90 euros) e embarcamos, chegando em casa pouco mais de uma hora depois dos meninos...

Algo que eu descobri por experiência própria é que viagem não é viagem se não acontecer algum aperreio. Pelo menos pra mim, é claro, que nem sempre tenho a sorte para esse tipo de coisas. Se alguma mala será extraviada, será a minha, se um cartão for engolido por um caixa eletrônico, será o meu, se alguém ficará doente durante a viagem, será eu! Eu sorrio porque apesar de tudo sempre vale a pena viajar.

Terminam aqui os posts sobre Barcelona. Agora darei atenção a alguns posts importantes que precisam ser feitos e depois volto com os posts sobre a Itália e meus outros destinos.

Hasta pronto o/

Um comentário:

  1. Super concordo com os aperreios de viagem :)
    Adorando tudo isso!

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